Quem sou eu
Eu sou quem sou,
sou como sou
sou um ser humano
como muitos são
com uma personalidade forte e diferente e quase sempre
com razão.
Percorro caminhos longinquos
aqueles que o destino
me reserva,e não só adorava que
fosse tudo mais fácil para
não ter grande perda.
Confesso-me também
com convicções fortes mas tb com momentos de fraqueza
mas com alguma pouca pacência.
Adorava poder escolher sempre
os caminhos por onde ir,
a vida que poderei levar, mas ha sempre um MAS...
Animais, voluntariado, viajar, viajar e viajar, escrever, ler , musica, rir muito, viver muito fora daqui de preferencia, nem que seja solita, por vezes e o ideal, tenho necessidade de solidao, sou demasiado independente...claro que gosto de conviver mas nao por obrigação ou pk é weekend...
Favorite Music
varias....
Favorite Movies
ui sao muitos , alem de ir muito ao cinema vejo muitos nos canais lusomundo
Favorite TV Shows
national geo, discovery channel, odisseia, discoveru turbo,espn classic, sailing channel,disney channel, travel channel,discovery civilization, discovery science, Biography Channel, Infinito, 5 canais de Filmes, 3 canais de series, 8 canais de musicas,entre outros com All Jazeera in english e france 24 , CNN por aí....
Favorite Books
3 do LOrd of the rings inclusive o HObbit, e todos do Harry Potter ( isto livros e filmes claro ) e tb Casa do fim do MUndo ( livro e filme ) e Codigo da Vinci ( livro e Filme)
Favorite Quote
Isto de citaçoes nao vai muito comigo, so se fala fala e fazer o que se fala e ( desculpem a expessao )GANDA TANGA, Da minha parta nao sai nada de nada....
Procuro-te Na eminência sombria No romper da madrugada De dias cinzentos de dúvida Em que o medo assalta o coração Com palavras doces e brandas Que vêm de tão longe Tão longe deste sonho Deste mar Da bruma destas manhãs Das águas calmas destas lagoas Demasiado longe… Porque esta ilha É ilha de uma só montanha Uma só cascata Uma só nascente Uma só paixão Suspensas no tempo e no espaço Deste oceano infinito Tal é a sua força Atracção e encanto Que nenhum sentimento Por mais profundo e incessante Poderá separar essa união
çç Ser poeta é ter mil e uma palavras
É não saber por onde começar
É ter mil e um sonhos
E não saber o que se pode sonhar
É ter quimeras, ilusões e devaneios
É ter força, é ter alma infinda de ansiedade
E ter sempre mais um anseio
È dormir nas estrelas e acordar na lua
È fazer do sol o seu recreio
E brincar com seus raios em qualquer rua
É viver a vida com todos os sentidos
Fazendo de todos um só para a amar
É ter amor pelo simples viver
E viver só por um simples olhar
E num simples olhar ver a alma engrandecer
É ter o infinito da beleza
E não definir o que é mais belo
É ter grandeza e ser o mais pequeno
É ser o fogo que atenua o gelo
É ser o doce e alimentar-se de veneno
É ter o esplendor alcançado
Sem nunca ter ganho a batalha
É ser rei do reino perdido de alendor
É fazer do coração a sua muralha
E ter como única arma todo o seu amor
É carregar coragem no peito
É ter bondade e muita bravura
È carregar no dorso humildade
E transformar seus medos em aventura
Ser poeta é viver e ter realidade.
Litos
Christmas is a time for Love; a time for Joy and Peace;
A time to trim the Christmas Tree and a time to stuff the geese.
It's a time when we can come together, however far or near;
To shed a little hope into a world of sorrow and fear.
Yet Christmas could be all year 'round, if only we would try
To gently wipe an old man's brow or soothe a baby's cry.
If we could smile throughout the year as we do on Christmas Day;
Just think what happiness we'd shed along life's weary way.
To give a gift of Hope to one who otherwise has none;
To be a Friend to somebody whom everyone else has shun.
To be Forgiving of our faults, and of our sisters and our brothers;
To Live in Peace and Harmony with ourselves and with each other.
Ah, don't you see that Christmas is more than opening up the gifts;
It's more than singing Christmas Carols and rolling in big snow drifts.
It's a feeling that can stay with you throughout each day, all year;
And all it takes is a loving heart.....and a sensitive little tear...
Litos
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......Depressa me canso de mim.
Olho à minha volta e só vejo recordações. Uma terna claridade (ou será obscuridade?) invade o meu quarto e me rodeia de mansinho. Já reparei várias vezes: vem sempre acompanhada do silêncio! Nunca soube o porquê de tal evento. É uma luz difusa, lenta, como que surgindo a medo e com ela, um opaco silêncio; algo que nada traz a não ser paz. Mas trazê-la já é bom. E é nesses momentos que me sinto só. E sabem porquê? Porque não tenho com quem partilhar esse momento! Algo que sempre desejei fazer um dia na minha vida: partilhar a minha solidão. Dizer a alguém: “Vês? Estás a ouvir? A minha solidão está aqui, é isto que vive aqui comigo. Entendes?” Mas nunca consegui e nunca o consegui porque nos momentos em que a solidão me visita eu nunca estou acompanhado; engano, estar acompanhado estou mas apenas de mim mesmo e dessa luz e desse silêncio. Já somos três. Estendo-me então no leito dessa luz (ou será escuridão?) e deixo-me levar pelo barulho do silêncio que me invade. Nunca é tarde para experimentar novas sensações, só que esta é já demasiadamente minha conhecida e então apenas nos olhamos e nos aceitamos mutuamente. Nada mais fazemos senão partilhar aquele momento, uma partilha a três numa solidão solitária de um só. Estendido nela e com o silêncio deitado a meu lado, olhamos o tecto que lentamente se separa de nós em tons de cinzentos cada vez mais escuros; passo os braços pelo silêncio e aperto-o de encontro ao meu peito. Sinto o seu respirar lento e compassado; é um som simpático, eu sei, mas ao mesmo tempo ousado na medida em que invade o som do bater do meu coração; e o silêncio deixa de ser silêncio para ser um baque surdo ritmado aqui, ao meu lado, deitado. No entanto, continuo abraçado a ele e ele sente-se bem porque acarinhado. É um abraço puro mas forte; ingénuo mas apaixonado. É apenas um abraço de silêncio compartilhado num leito de claridade a escurecer em lentos tons que tem o anoitecer. Porém, já quando o tecto se separa de nós e nos abandona entregues que ficámos à luz das trevas que entretanto nos envolveram, o silêncio se aperta contra mim e me possui. Penetra-me fundo e a respiração torna-se ofegante, sufocante.
O que até então era um prazer compartilhado passa a ser dor e algo que corrompe. Penetra-me cada vez mais fundo e a dor aumenta. O bater e o som do meu coração ultrapassa o silêncio que entretanto se esvai num orgasmo de sons delirantes de espasmos gigantes que se avolumam dentro de mim. O tecto já não existe, a obscuridade ainda persiste com mais intensidade. É um estar sem vida, sem morte e sem idade. Apenas habita em mim numa eterna cumplicidade. Respiro o espaço que me rodeia. E a escuridão cai sobre tudo e me envolve como uma teia. Já tenho mais uma companhia. O doce sono vem de mansinho amparar meu corpo e cobre-o com carinho. Adormeço lento, extenuado de tanta amargura, numa vã procura do próximo amanhecer que de novo me vai trazer o fim de tarde, neste terno ciclo de amor e ódio em que espero pela eternidade.